mona monixa menina lagartixa, mona monixa mona monixa menina lagartixa em: histórias, aventuras, palavras, exposições, amigos, histórias, fotografias rasgadas, papeis amassados, reflexos, manhãs de domingo, arteterapia, dança, dicas, viagens, ruas de pedras, indiadas, referências, movimento, arte, poeira da estrada, momentos perdidos, música, telas, novidades, links, curiosidades, tempestade de raios, enfim, um pouco de tudo e de tudo um pouco... ...about mona carvalho, sejam bem vindos!


















mona em álbum fotográfico
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boneca de trapos







mona carvalho:
formada em licenciatura plena em educação artística - artes plásticas - especialização em arteterapia - curadora de artes visuais - atua também como curadora independente - atual diretora da escola preparatória de dança da cia. municipal de dança de caxias do sul.


m o n a c a r v a l h o - curadoria independente


para contatar curadorias: mcarvalho@caxias.rs.gov.br/curadoriaindependente@gmail.com


msn: mona.monixa@hotmail.com










curadoria independente:
a Curadoria Independente de Mona Carvalho trabalha com atividades ligadas a produções artísticas. A curadoria envolve: consultoria/assessoria de projetos, realização de exposições, informações de editais e prêmios, assessoria de imprensa/comunicação, arte gráfica, textos críticos, release e convites.


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    Meu nome , Mort. Ed Mort. Sou detetive particular. Pelo menos isso e o que esta escrito numa plaqueta na minha porta. Estava sem trabalho ha meses. Meu ultimo caso tinha sido um flagrante de adulterio. Fotografias e tudo. Quando nao me pagaram, vendi as fotografias. Eu sou assim. Duro. Em todos os sentidos. O aluguel da minha sala - o apelido que eu dou para este cubiculo que ocupo, entre uma escola de cabeleireiros e uma pastelaria em alguma galeria de Copacabana - estava atrasado. Meu 38 estava empenhado. Minha gata me deixara por um delegado. A sala estava cheia de baratas. E o pior e que elas se reuniam num canto para rir de mim. Mort. Ed Mort. Esta na plaqueta. Ih! Roubaram a plaqueta!

    Mona: monixa@gmail.com


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    Workshop de percepção e desenvolvimento do potencial vocal e visual: descubra como fortalecer o que há de positivo em você e minimizar seus pontos fracos; aprenda a valorizar a sua voz e a sua fala, saiba como potencializar o seu visual, aprendendo a reconhecer o que combina e o que não combina com você; descubra a elegância no andar, no sentar, nos gestos e no vestir; reconheça o poder da harmonia entre voz e visual. Agende o seu atendimento: (54) 3222.5178 e (54) 9978.8858 ou brasilstudio@brasilstudio.com.br










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    ...mais e mais e mais fotinhos
    ...adornos maravilhosos

















    só deixo meu coração na mão de quem pode fazer da minha alma suporte para uma vida insinuante insinuante anti tudo que não possa ser bossa nova hard core bossa nova nota dez quero dizer, eu to pra tudo nesse mundo então, só vou deixar meu coração, a alma do meu corpo, na mão de quem pode na mão de quem pode e absorve tanto no céu que no inferno inspiração de mutação da vagabunda intensão de se jogar na dança absoluta da matança do que é tédio, conformismo, aceitação e eu fico aqui vou te levando nessa dança sobre o mundo (...) ciúme é o acúmulo de dúvida, incerteza de si mesmo, projetado assim jogado como lama anti-erótica na cara do desejo mais intenso de ficar com a pessoa eu não tô a toa eu sou muito boa eu sou muito boa pra vida eu sou a vida oferecida como dança e eu não quero "te dar gelo" diabos que o carregue vê se aprende, se desprende (...) decifra-me só deixo minha alma, só deixo meu coração na mão de quem ama solto! lindo.lindo [mona.monixa.menina.lagartixa]


































    orisinal


































































    ..."As pessoas pensam que quando se apaixonam elas se completam? A união platônica das almas? Pois eu não concordo. Eu acho que você está completo antes de se apaixonar. E o efeito do amor é fracionar você. Antes você está por inteiro, depois você racha ao meio." ...


















    Mona Carvalho - Curadoria Independente

































































    Oh, come on, come on, come on, come on! Didn’t I make you feel like you were the only man —yeah! Didn’t I give you nearly everything that a woman possibly can ? Honey, you know I did! And each time I tell myself that I, well I think I’ve had enough, But I’m gonna show you, baby, that a woman can be tough. I want you to come on, come on, come on, come on and take it, Take it! Take another little piece of my heart now, baby! Oh, oh, break it! Break another little bit of my heart now, darling, yeah, yeah,yeah. Oh, oh, have a! Have another little piece of my heart now, baby, You know you got it if it makes you feel good, Oh, yes indeed. You’re out on the streets looking good, And baby deep down in your heart I guess you know that it ain’t right, Never, never, never, never, never, never hear me when I cry at night, Babe, I cry all the time! And each time I tell myself that I, well I can’t stand the pain, But when you hold me in your arms, I’ll sing it once again. I’ll say come on, come on, come on, come on and take it! Take it! Take another little piece of my heart now, baby. Oh, oh, break it! Break another little bit of my heart now, darling, yeah, Oh, oh, have a! Have another little piece of my heart now, baby, You know you got it, child, if it makes you feel good. I need you to come on, come on, come on, come on and take it, Take it! Take another little piece of my heart now, baby! oh, oh, break it! Break another little bit of my heart, now darling, yeah, c’monnow. oh, oh, have a Have another little piece of my heart now, baby. You know you got it —whoahhhhh!! Take it! Take it! Take another little piece of my heart now, baby, Oh, oh, break it! Break another little bit of my heart, now darling, yeah, yeah,yeah, yeah, Oh, oh, have a Have another little piece of my heart now, baby, hey, You know you got it, child, if it makes you feel good.
































































































    I'm so tired of playing Playing with this bow and arrow Gonna give my heart away Leave it to the other girls to play For I've been a tempteress too long Yes Give me a reason to love you Give me a reason to be... a woman I just wanna be a woman From this time unchained We're all looking at a different picture Through this new frame of mind A thousand flowers could bloom Move over and give us some room, yeah Give me a reason to love you Give me a reason to be... a woman I just wanna be a woman So don't you stop being a man Just take a little look from outside when you can Sow a little tenderness No matter if you cry Give me a reason to love you Give me a reason to be... a woman I just wanna be a woman It's all I wanna be, it's all, a woman For this is the beginning of forever and ever It's time to move over So I wanna be I'm so tired of playing Playing with this bow and arrow Gonna give my heart away Leave it to the other girls to play For I've been a tempteress too long...

















































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    caminho de santiago de compostela desde sarria... 120 km em 5 dias!































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    ... cuide mais do seu caráter do que da sua reputacao. porque seu caráter é exatamente aquilo voce é, enquanto que sua reputação é aquilo que os outros pensam que voce é... ...e o que eles pensam, é problema deles!!!































    mundo de sofia
    Sofia era uma menina de quase quinze anos que morava com sua mãe pois o trabalho de seu pai o deixava ausente boa parte do tempo. Em um dia belo, quando voltava da escola, encontrou com dois pequenos envelopes brancos, não simultaneamente. Cada um deles continha uma indagação e elas levaram Sofia a refletir sobre a vida e a origem do mundo.


















    roma com minha amiga gica

















    só ouço falar bem:


    Uma super dica que está fazendo um sucesso:


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    this mona's life
    segunda-feira, julho 02, 2007
    Bom, será que voltarei a escrever?
    Nao sei, mas resolvi postar um trabalho que fiz pro meu curso
    de especializacão...sim sim sim, ja estou fazendo uma pós em ARTETERAPIA....
    esta sendo super legal....

    a disciplina se chama, ou melhor, se chamava porque ja finalizamos esse bloco, teoria e sistemas em psicologia, e o trabalho final era analisar uma obra de um artista e eu escolhi a Frida Kahlo....que sou apaixonada, apesar da vida dela ser uma bagunça ( acho que marte estava influenciando frida tb...)... mulher valente e super expressiva...

    Entao ai vai um breve sobre sua vida e minhas análises de algumas de suas obras:


    Frida Kahlo:

    Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, conhecida como Frida Kahlo, nasceu em 6 de julho de 1907, em Coyoacan, no México.
    Frida era uma revolucionária. Ao contrário da elite de sua época, ela gostava de tudo o que era verdadeiramente mexicano: jóias e roupas das índias, objetos de devoção a santos populares, mercados de rua e comidas cheias de pimenta. Fiel ao seu país, a pintora gostava de declarar-se filha da Revolução Mexicana ao dizer que havia nascido em 1910.
    Militante comunista e agitadora cultural, Frida usou tintas fortes para estampar em suas telas, na maioria auto-retratos. Aos seis anos contraiu poliomielite (paralisia infantil) e permaneceu um longo tempo de cama. Recuperou-se, mas sua perna direita ficou afetada. Teve de conviver com um pé atrofiado e uma perna mais fina que a outra.
    Em 1925, aos 18, sua vida mudou de forma trágica, era setembro e o ônibus (novidade da época) em que Frida e o seu namorado Alejandro Gómez Arias estavam chocou-se em um trem. Frida foi varada por um ferro que lhe atravessou o abdome, a coluna vertebral e a pélvis. Ela sofreu múltiplas fraturas, fez várias cirurgias (35 ao todo) e ficou muito tempo de cama.
    Foi neste momento em que Frida começou a pintar freneticamente, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma usas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido, o pintor mexicano Diego Rivera, com o qual se casa em 1929.

    “Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor”.


    Frida Kahlo e Diego Rivera:

    Rivera, socialista, foi o pintor mexicano mais importante do século 20 e fez parte do movimento moraliza, que defendia a arte acessível.
    Frida amargou muitas amantes do marido, seu grande amor e reconhecido mulherengo. Mas também viveu romances paralelos com mulheres e homens, o mais famoso com o revolucionário russo León Trotski.
    No entanto, apesar dos numerosos affairs com outras mulheres, Diego ajudou Frida a revelar-se como artista. Em 1930, viaja com a esposa para os EUA, onde tinha trabalhos e exposições. Frida, mais mexicana do que nunca, chocava a todos com suas roupas, risos e gestos. Descobria-se uma forte e desejada mulher. Em Detroit, Frida engravida, mas sofre um aborto, fato que mais de uma vez leva embora o seu sonho de ser mãe.
    Nesse período, Frida começou a produzir telas, tudo à respeito de sua perda, do quarto do hospital e de seus sentimentos. De volta ao México, teve de superar ainda a morte da mãe Matilde (vítima da câncer), mais um aborto e algumas crises no seu casamento com Diego, que a traia até com a sua irmã mais nova, Cristina.
    Em 1939 parte sozinha para Nova York, onde faz sua primeira exposição individual, na galeria de Julien Levy, e é sucesso de crítica. Em seguida, segue para Paris. Lá é hospitalizada com uma infecção renal, mas também entra no mundo da vanguarda artística dos surrealistas. Conhece Pablo Picasso, Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp, Paul Éluard e Max Ernst. O museu do Louvre adquire um de seus auto-retratos. No mesmo ano, divorcia-se de Diego, com quem volta a se casar um ano depois. Em 1942 começaram a dar aulas de arte em uma escola recém aberta na Cidade do México.
    Após tantos altos e baixos vividos, seu estado de saúde piorou, e o colete antes de gesso, foi substituído por um de ferro que impedia até a sua respiração. Em 1946 sua coluna precisou ser operada. Com fortes dores na perna direita, em 1950 é tratada no Hospital Inglês durante todo o ano. Mas continua pintando. Os médicos diagnosticam a amputação da perna e ela entra em depressão. Pinta suas últimas obras, como “Natureza Morta (Viva a Vida)”. Em um ano (1950-1951), passa por sete operações na coluna, que infeccionam, graças ao colete de uso obrigatório. Em 2 julho de 1954 participa, em cadeira de rodas, da manifestação contra a intervenção americana na Guatemala.
    Frida Kahlo viveu como Diego Rivera recomendou, um dia, a ela: “Pega da vida tudo o que ela te der, seja o que for, sempre que te interesse e possa dar certo”. Ela costumava dizer que “a tragédia é o mais ridículo que há” e “nada vale mais do que a risada”. E na madrugada de 13 de julho de 1954, Frida, com 47 anos, foi encontrada morta em seu leito. Oficialmente, a morte foi causada por embolia pulmonar, mas há suspeita de suicídio.

    Analisando sua obra:

    A Coluna Quebrada - (1944)

    As pinturas de Frida eram completamente a respeito de sua vida: seu momento, suas dores, suas vivências. Frida pintava a sua realidade. A expressão do rosto mostra a sua dor, existem lágrimas caindo pelo rosto, ela não se sente doente, ela se sente quebrada, rachada ao meio. Os pregos, ou também alfinetes mostra que Frida esta machucada, ou costurada.
    A Coluna Quebrada representa nada mais do que seu diagnóstico do acidente e sua dor: fraturas nas terceiras e quarta vértebras lombares; três fraturas na bacia; onze fraturas no pé direito (o atrofiado); luxação do cotovelo esquerdo; ferimento profundo no abdome (provocado por uma barra de ferro que entrou pelo quadril esquerdo e saiu pela vagina rasgando o lábio esquerdo); pentonite aguda e astite, precisando de sonda durante vários dias.
    “E a sensação nunca mais me deixou, de que meu corpo carrega em si todas as chagas do mundo”. Frida Kahlo

    Frida Kahlo e Diego Rivera - (1931)

    Quando Diego e Frida se casaram, a família dela comparou a união ao casamento de um elefante com uma pomba. Porque ele era imenso e 21 anos mais velho do que ela. Mas os dois formaram o casal de artistas mais original da época.

    O vestuário de Frida mostra também a realidade dela. Momento antes do casamento trocou seu vestido branco de noiva por um vestido verde e uma manta vermelha com seus adornos, representando México, e ousando a sua diferença.

    Na obra se percebe que os olhares não são de apaixonados, ou então de recém casados, mesmo sendo um momento de felicidade, Frida sabe e sente sobre Diego e suas aventuras, mas eleva o amor acima de tudo.

    "Na minha vida tive dois grandes acidentes: o autocarro e meu casamento com Diego. Diego foi o que mais doeu.” Frida Kahlo




    Hospital Henry Ford - (1932)

    Apesar das traições do marido, a maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as seqüelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em muitos dos seus quadros.
    Nesta pintura Frida esta na cama a lágrima mostra a sua dor pela perda de um filho, um aborto natural que aconteceu em Detroit.
    Há diversos símbolos no quadro que obviamente como todas suas pinturas, remetem a sua realidade, um feto que representa a perda do filho. O vazio e a tristeza são então, representados com uma flor morta, partes do corpo de Frida remetendo as suas deformas corporais e etc. Todas se unindo como cordões umbilicais que terminam em seu ventre.

    "Melhor amá-lo pelo que ele é do que amá-lo pelo que ele não é. Gostaria de pintar-te, mas não há cores, por haver tantas, em minha confusão, a forma concreta de meu grande amor." Frida Kahlo


    Retrato de Luther Burbano – (1931)

    Essa pintura refere se ao nascimento de uma nova vida através da morte, é a primeira pintura de Frida onde ela observa e enxerga uma nova vida através da morte.
    A morte esta representada pelo cadáver em decomposição no interior do solo. A vida está representada pelas raízes que atravessam o cadáver e a medida que se aproxima da superfície existe um tronco. A partir deste tronco surge um corpo de um ser humano onde representa que da morte surge todos os tipos de vida, que todos surgem do mesmo lugar e que o homem e a natureza são um só.





    Bibliografia:

    ARNOLD, Matthias – Frida kahlo, Pain and Passion. Alemanha: Ed. Taschen, 2004
    JANSON, H. W. - Iniciação à História da Arte. H.W: Janson, Anthony F. Janson; (tradução Jefferson Luiz Camargol) – 2 edição – São Paulo: Martins Fontes, 1996.

    http://www.museofridakahlocasaazul.org – Acesso dias: 25,28,29/06/07
    http://elbarcoceltibero.mundoforo.com/image-vp5578.html - Acesso no dia 28/06/07
    http://www.corposem.org/videoparto/sobremater.htm - Acesso dia 29/06/07
    http://www.mailxmail.com/curso/excelencia/fridakahlo - Acesso dia 29/06/07

    16:01

    mona carvalho

    icq: 78152309 msn: mona.monixa@hotmail.com

    " antes sem modos do que seguir a moda"

    E-mail: monixa@gmail.com / mcarvalho@caxias.rs.gov.br




    Mona Carvalho

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